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quarta-feira, 6 de junho de 2018

Casais empreendedores, questões emocionais que afetam o bolso por Robson Mariano


       Olá, junho é o mês dos namorados e vamos falar sobre como casais empreendedores podem melhorar sua auto performance, terem harmonia e valorizarem a parceria.

Começamos com as dicas do Robson Mariano :

        O medo de não ser capaz de superar os inúmeros desafios e de não ir tão bem quanto o esperado é um dos principais motivos que afastam pessoas do mundo dos negócios. Mas quando há um cúmplice para compartilhar os riscos e somar as virtudes, fica mais fácil encarar os obstáculos. É por isso que casais empreendedores quando reconhecem o proveito que podem tirar da sua união  têm mais chances de prosperar com suas empresas. 

          E não há como negar a importância que as finanças tem para a conquista de metas em parceria. Esse é comprovadamente “o calcanhar de Aquiles” de muitos negócios e não seria diferente para aqueles que sonham empreender em conjunto.

Casais inteligentes enriquecem juntos

        O consultor financeiro Gustavo Cerbasi lançou, em 2004, o livro Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, pela editora Sextante. De lá para cá, o livro já vendeu mais de 1 milhão de exemplares.
O livro se baseia em conselhos de planejamento financeiro para casais.               “O planejamento financeiro tem um objetivo muito maior do que simplesmente não ficar no vermelho. Mais importante do que conquistar um padrão de vida é mantê-lo, e é para isso que devemos planejar”, aconselha o autor.
Cerbasi classifica as pessoas entre cinco perfis, de acordo com a maneira com que lidam com o dinheiro. São eles:

Descontrolados
São as pessoas que não controlam quanto entra e quanto sai da sua conta e, mesmo que cortem gastos frequentemente, nunca parece ser o suficiente. É normal que usem o cheque especial ou parcelem o cartão de crédito.


Gastadores
Os representantes desse perfil gastam toda a sua renda, às vezes até um pouco mais  com viagens, roupas caras e outros bens. Acham que a vida se mede pela largura, não pelo comprimento, estilo que é sucesso entre os amigos.

Desligados
Gastam menos do que ganham, mas não sabem exatamente quanto. Parcelam as compras quando não têm dinheiro suficiente na conta; quando têm, permitem-se trocar de carro ou viajar.

Financistas
São os que entendem de dinheiro e controlam com rigor os seus gastos. Elaboram planos para comprar mais pagando menos, mantêm planilhas, estão sempre com a calculadora em punho e vivem fazendo projeções.

Poupadores
É o perfil que reconhece a importância de guardar dinheiro e, por isso, restringe bastante os seus gastos, para poupar o máximo possível.

O que acontece é que, em um casal, cada pessoa pode ter um perfil. Algumas combinações são mais propensas ao conflito, em outras “um puxa o outro” e, quando há compatibilidade de perfis, a tendência é que o relacionamento vá “a todo vapor”, mesmo que as metas financeiras não sejam alcançadas  ou não existam.
Mas os perfis criados por Cerbasi se referem ao mundo das finanças pessoais. Os mesmos estilos podem ser encontrados no mundo dos negócios, mas o cuidado deve ser maior, porque uma empresa está muito mais sujeita às intempéries do mercado do que uma pessoa física com um emprego estável.
O ideal é que o parceiro que ficará responsável pelo controle financeiro da empresa seja do perfil financista.

Empreender em conjunto
Embora Cerbasi reconheça que é ótimo que os casais invistam suas economias em empreendimentos próprios para render mais, as dicas de seu livro ensinam como parceiros com empregos regulares podem acumular dinheiro. Mas nem todo mundo empreende apenas pelo dinheiro – a satisfação pessoal também conta.

Nem tudo são flores
Apesar das evidentes vantagens de empreender como casal, a idéia pode se tornar um desastre caso as diferenças não sejam bem administradas. Erros comuns são confundir assuntos pessoais com da empresa e não ter bem definidos quais os papéis de cada um dentro do negócio.

Fonte: Casais Inteligentes Enriquecem Juntos - Editora Sextante
Site: contaazul.com

quarta-feira, 21 de março de 2018

Os Desafios da Mulher Empreendedora

 

Oi aqui é o educador Coach Robson Mariano! Eu vou falar sobre questões da mulher empreendedora no Brasil:

As mulheres representam 49% dos empreendedores iniciais no Brasil, segundo dados do Global Entrepreneurship Monitor (GEM 2015). Elas são conhecidas por serem melhores chefes, mais organizadas e até melhores em resultado. Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, falaremos das dificuldades enfrentadas por essas guerreiras cotidianas, no Brasil e especialmente no mundo, através de dados estatísticos extremamente desafiadores.



Investimento desigual
Uma pesquisa realizada pelo instituto norte-americano (GEDI) mostrou que o número de mulheres empreendedoras que desejam crescer e empregar, no mínimo, 10 funcionários nos próximos cinco anos cresceu 7% em uma escala global. Mas, para que esse sonho vire realidade, elas enfrentam barreiras sociais e econômicas, fazendo com que o caminho para o sucesso seja ainda mais desafiador.
Entenda melhor o atual cenário do empreendedorismo feminino e alguns dos entraves que ainda existem para as mulheres crescerem nos negócios.
Nos últimos anos, o número de mulheres que começaram a empreender cresceu muito, tanto no Brasil como em outros países. Atualmente, cerca de 30% de todos os negócios privados do mundo são operados ou têm como idealizador uma mulher. Esse dado seria promissor, se não fosse por um fato: apenas uma pequena parcela dessas organizações consegue ser considerada de alto impacto.
Nos Estados Unidos, por exemplo, apenas 2% das empresas lideradas por mulheres geram mais de US$1 milhão em receitas anuais. E um estudo com empresas norte-americanas conseguiu identificar uma das causas: investimento desigual por parte de instituições financeiras.
Menos de 10% das empresas lideradas por mulheres recebe investimento externo. Estimativas demonstraram que, se essas mesmas organizações recebessem uma ajuda financeira igual às dos negócios dirigidos por homens, seis milhões de empregos seriam gerados em apenas cinco anos.
Desestímulo
Além das dificuldades de conseguirem investimentos mais expressivos, as mulheres também encontram outros obstáculos pelo caminho da ascensão dentro do mundo empresarial. Por mais que 70% dos líderes de negócios concordem que a diversidade de gênero melhora a performance da organização, o número de mulheres em cargos altos dentro de empresas cresceu apenas 5% nos últimos quatro anos.
Mesmo com 80% dos empreendedores reconhecendo que muito ainda deve ser feito para que as mulheres sintam-se atraídas por cargos de liderança, apenas 13% acreditam que essas mudanças vão realmente sair do papel. Esse desencorajamento no ambiente de trabalho é refletido em dados: 43% das mulheres veem o medo do fracasso como o principal empecilho para não abrir a própria empresa. Com os homens, a mesma taxa cai para 34%.
Educação desigual
A educação é outro fator que, direta ou indiretamente, afeta as mulheres na hora de empreender. Para começar, em diversas partes do mundo, aproximadamente 60 milhões de mulheres são privadas do direito ao estudo, e é no ambiente escolar que desenvolvemos habilidades pessoais, muitas das quais são de extrema utilidade para empreender.
Em uma pesquisa realizada na Austrália, 57% dos homens entrevistados declararam acreditar que tinham as habilidades e o conhecimento necessários para abrir um negócio, em comparação com 30% das mulheres.
Sexismo
O sexismo, ou seja, a discriminação baseada nos estereótipos de gênero, é um fator que permeia a caminhada da mulher desde a contratação por uma empresa até a hora em que ela deseja abrir o próprio negócio.
Um estudo realizado nos Estados Unidos demonstrou que as mulheres eram mais contratadas pelas empresas que não pediam fotos nos currículos ou não sabiam o sexo da pessoa que estavam analisando.
O ambiente que temos hoje pode não ser o mais propício para as mulheres que desejam empreender, mas uma notícia é boa: as mudanças necessárias para esse cenário podem começar com todos nós, dentro e fora das empresas.
 Fonte de pesquisa: 

http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/os-desafios-da-mulher-empreendedora,e74ab85844cb5510VgnVCM1000004c00210aRCRD

https://revistapegn.globo.com/Mulheres-empreendedoras/noticia/2016/03/10-exemplos-de-empreendedoras-para-te-inspirar.html

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

A importância de um mentor para uma vida mais produtiva.



                   Todos precisamos de um mentor nos negócios, alguém cujo conselho nos faça mais produtivos. A vida empreendedora tem muitas estradas, algumas delas  te levarão ao fracasso e ao aprendizado de forma dolorosa. Ter alguém que se importe com você e que já tenha percorrido grande parte desse caminho, é sem dúvida, uma grande benção, que o fará economizar muito tempo e dinheiro até obter a tão desejada maturidade empreendedora.

                   O mentor é uma pessoa com a qual você pode conversar sobre qualquer assunto relacionado a sua vida profissional, alguém que fatalmente pode melhorar sua maneira de ver os negócios. Colocá-lo de volta nos trilhos quando você, por algum motivo errar o alvo, uma pessoa que realmente se importa com sua formação.

                   Na faculdade de Engenharia Civil havia um professor, que era um verdadeiro mestre, um homem cujas conversas, nas saídas após as aulas, acrescentavam meses de conhecimento a nossa pequena e curta caminhada profissional. Mas, eram poucos os alunos que paravam para ouvir seus conselhos, a maioria tinha a certeza que o confinamento em sala os faria bons profissionais. O que eu gostava mesmo era de seus conselhos e da sua visão única sobre o mercado de trabalho. Como disse, suas aulas iam além das quatro paredes. Ele nos levava aos canteiros de obras, às reuniões de secretarias: na prefeitura da cidade de São Gonçalo, e nos ensinava a lidar com o nosso órgão fiscalizador ( CREA ). Falava que devíamos amar nossos colegas engenheiros, pois é uma classe extremamente desunida. Aquele homem mudou a visão que eu tinha sobre a minha cidade, não se limitou ás lousas das salas de aulas, como faria um professor comum. Ele tocou nossas almas, e certamente nos tornou mais produtivos.

                 É dever de todo empreendedor que queira se destacar encontrar um bom mentor. Na verdade, quando você  estiver pronto para receber os ensinamentos ele aparecerá de alguma forma. Basta reconhecê-lo, na verdade, não será difícil. E quando for possível, torne-se um mentor também.


                                                                  Robson Mariano – Artigo inspirado em Tom Markert.

Estarei toda primeira quarta de cada mês conversando com você sobre carreira e negócios aqui no blog da Hera Eduty Rio. Mande sua pergunta, comente, compartilhe e vamos colaborar com o empreendedorismo e gestão de carreira no Rio de Janeiro.